quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Mulheres têm força

A índia shawãnaua Francisca das Chagas, 59 anos, mora no vale do Juruá, no Acre, e é parteira tradicional. Desde 2006 ela vem a São Paulo divulgar seu trabalho e experiências e realizar partos. Com 11 filhos e 10 netos, todos nascidos sob suas mãos, Francisca aprendeu com os pais e os avós o ofício de ajudar a nascer, junto com o preparo e o uso medicinal das plantas da floresta amazônica.

Começou com 15 anos, na aldeia, fazendo o parto da cunhada. Desde então, trabalha para melhorar a saúde e a qualidade de vida das gestantes e dos membros da comunidade.

Enquanto faz massagens na barriga das parturientes, ajeitando o nenê, Franscisca conversa com ele: ”Você ajude a sua mãe para ela ter um parto feliz e você ser feliz também.”

Francisca explica que no parto de cócoras, com o marido segurando por trás, “o nenê desce mais rápido, não é como a mulher deitada na maca do hospital.”Nessa posição, quando dizem para ela fazer força, em vez de a força ser para baixo, é para cima. O médico diz que ela não tem força e aí corta, mas ela tem força, sim. Só não está na posição correta.”

Durante a gestação, a parteira receita banhos de assento feitos com folhas do algodão roxo e de capeba, que a mãe deve tomar até entrar em trabalho de parto, para ajudar na dilatação do útero. A partir do sétimo mês, ela também deve começar a tomar florais, como o da vitória-régia, que ajuda a lidar com o medo e a ansiedade, reforçando sua resistência física e emocional.

http://www.terra.com.br/revistaplaneta/edicoes/469/artigo240219-2.htm

Arte de Nascer


O nascimento é uma operação simples nos países com menores taxas de mortalidade e de complicações pós-parto, como Japão, Holanda, Inglaterra e Suécia. Já o Brasil sofre excesso de medicalização: as maternidades privadas parecem hotéis ou empresas. São raros os obstetras que "permitem" à mulher assumir a posição que quiser para dar à luz. Há evidências de que se sentir protagonista nessa hora deter.


Ter filhos sem intervenções, com poucos medicamentos, sem anestesia ou cortes na região perineal, a grande maioria das mulheres, sem dúvida, consegue. Ao longo da história foi assim. Gravuras antigas mostram mulheres ajoelhadas, de cócoras ou em banquinhos baixos, com as costas na posição vertical. Até o começo do século passado, muitas preferiam a assistência da parteira, tida como mais segura e conveniente. O parto horizontal foi introduzido sob a influência da escola obstétrica francesa, liderada por François Mauriceau. Desde que ele passou a ser hospitalar, feito somente pelos médicos, as opções foram restringidas a parto natural ou cesariana, a verticalização foi substituída pela posição ginecológica e o corte embaixo passou a ser realizado sem questionamentos.

A simplificação desse atendimento começou na Europa e nos Estados Unidos e veio para o Brasil nos anos 1950. Hoje, 80% dos partos realizados nas maternidades particulares e 27% dos realizados nas maternidades públicas são cesáreas, contrariando a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de não ultrapassar a taxa dos 15%.

Mas, mesmo com toda a tecnologia dos hospitais, a cesárea ainda é considerada uma intervenção de risco. Não é à toa que existe um movimento pela retomada do parto natural promovido por obstetras preocupados com o excesso de medicalização e por grupos de mulheres que reivindicam melhores condições para ter seus bebês.

“Quando bem utilizada, a tecnologia reduz efetivamente a morte de mães de bebês, mas o excesso de intervenções acaba gerando mais malefícios que benefícios”, diz a médica epidemiologista Daphne Ratter, professora do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade de Brasília, que alerta para a ocorrência de uma inversão. “Quando se ultrapassa e se começa a utilizar uma tecnologia indicada para casos de risco em pessoas que não têm risco nenhum, o mais provável é que se induza ao surgimento de um problema onde ele não existia.”

Na verdade, há várias técnicas graduais de parto amigável e participativo para mulheres que desejam compartilhar o nascimento dos seus filhos.

Leboyer | O obstetra Frédérick Leboyer, ainda ativo na França, foi um dos pioneiros na defesa de uma forma menos violenta de nascer e da importância do vínculo mãe-filho no parto. Introduzido no Brasil em 1974 pelo médico Claudio Basbaum, do Hospital São Luiz, em São Paulo, o parto Leboyer é feito com pouca luz, muito silêncio e massagem nas costas do bebê, que não recebe a famosa palmada “para abrir os pulmões”. Além disso, o primeiro banho é feito próximo à mãe e a amamentação precoce é estimulada. O foco é o recém-nascido.

Nesse tipo de parto, a mulher continua deitada de costas, com as pernas apoiadas em estribos, e é realizada a episiotomia, uma incisão no períneo (a região muscular entre a vagina e o ânus) para ampliar o canal do parto, em geral com anestesia local.

De cócoras | Sob o foco da liberdade de movimentos para as mulheres, o parto de cócoras ou ativo é bem aceito. Mais rápido, dado o auxílio da gravidade, é mais saudável para o bebê e evita a compressão de importantes vasos sanguíneos, o que acontece com a mulher deitada de costas. Agachada, ela pode se apoiar nos ombros e nos braços do companheiro, que exerce papel decisivo tanto físico quanto psicológico.

A técnica é indicada para mulheres que tiveram gravidez saudável, sem problemas de pressão e também se o feto estiver na posição cefálica correta (com a cabeça para baixo). O médico curitibano Moysés Paciornik (1914-2008) promoveu essa modalidade no Brasil inspirado nas índias da tribo caingangue. Juntamente com seu filho, Cláudio Paciornik, inventou uma cadeira para ser usada em hospitais que permite várias posições para a mãe.

Em Londres (Inglaterra), a educadora perinatal Janet Balaskas lidera um movimento pelo parto ativo trabalhando com gestantes em aulas de ioga. Após anos de prática, ela observa que depois da preparação física e psicológica raramente ocorrem depressões pós-parto, problemas com a amamentação ou com a recuperação da parturiente. Para Janet, a grávida tem de esquecer o calendário de papel e se concentrar no calendário do seu corpo.

Protagonismo | Para o Ministério da Saúde, “parto humanizado” significa o direito de toda gestante passar por pelo menos seis consultas de exame pré-natal e ter seu lugar garantido em um hospital na hora do parto.

Para a Rede Brasileira pela Humanização do Nascimento e ONGs como Parto do Princípio (São Paulo, SP), Bem Nascer (Belo Horizonte, MG) e Despertar do Parto (Ribeirão Preto, SP), trata-se de devolver à mulher o protagonismo do parto, “fortalecendo a capacidade de parir”, enfatiza a médica Daphne Ratter. Os defensores do movimento entendem a gestação e o parto como eventos fisiológicos perfeitos, nos quais apenas 15% a 20% das gestantes apresentam problemas, necessitando de cuidados especiais. Cabe ao médico acompanhar, interferindo em caso de real necessidade.

Na água | “Para mudar o mundo é preciso mudar a forma de nascer”, diz o obstetra francês Michel Odent, teórico do parto humanizado. Precursor do home-birth (parto domiciliar) e do parto na água, praticado em banheiras especiais ou improvisadas, o obstetra introduziu a utilização das piscinas aquecidas nas maternidades, permitindo que as mulheres parissem acompanhadas.

Estudos científicos comprovam que o uso da água quente combate a tensão e a dor e ajuda na dilatação do colo do útero. O bebê nasce de forma mais suave e o períneo da mãe ganha maior flexibilidade. Segundo Odent, durante o processo de parto, tanto a mãe como o bebê atingem taxas hormonais específicas ao mesmo tempo. Todos esses hormônios, antes de serem eliminados, têm uma função muito particular imediatamente à primeira hora após o nascimento. Esse início de vida é o momento chave, o que acontece pode vincular bem a mãe ao bebê, ou não.

Natural, sem dor | Com a popularização das questões ecológicas e a retomada de uma vida mais saudável e espiritualizada, muitas mulheres passaram a optar pelo parto natural. Quase idêntico ao normal, ele dispensa intervenções como anestesia e indução. O médico apenas acompanha a movimentação da mulher, no hospital ou em casa.

O parto normal é a forma convencional de dar à luz, mas não precisa ser doloroso. Anestesias como a peridural e a raquidiana aliviam as dores sem impedir que a mãe participe. A anestesia bloqueia a dor, mas também diminui as sensações das pernas e do assoalho pélvico, responsáveis pela força que a mulher faz na hora de “empurrar” o bebê. Comparado com a cesariana, o parto natural evita complicações como hematomas, dores pélvicas e infecções e diminui muito o tempo da recuperação.

Parto sem dor é um termo que remete aos métodos psicoprofiláticos (que usam a palavra como anestesia). Eles propõem treinamento preparatório às gestantes, baseado em técnicas respiratórias, de relaxamento e de concentração. Um dos mais conhecidos é o Lamaze, que surgiu na Rússia e foi difundido por todo o mundo pelo médico francês Fernand Lamaze.

Não há dúvida de que uma mulher bem preparada e bem acompanhada durante todo o processo, entendendo o mecanismo simples do nascimento, pode ter muito menos dor do que uma mulher assustada e tensa.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Negatividade pode levar a comportamentos sabotadores


Negatividade pode levar a comportamentos sabotadores. Pessimismo impede que pessoas aproveitem oportunidades de crescimento

Por Luciana Kotoka*

É muito comum algumas pessoas encararem as situações da vida de forma bastante negativa, na crença de que não têm sorte e, desta maneira, acabam perdendo grandes oportunidades de crescimento, desenvolvendo um conceito distorcido sobre si mesmo.

Quando está em uma festa, por exemplo, e alguém que chega não a cumprimenta ou mesmo ao dar sua opinião em um grupo e não obter retorno, tende a achar que há algum problema ou que se comportou de maneira inadequada. Pessoas com este perfil desenvolvem uma imagem negativa sobre si mesma, o que as impede de valorizar-se, levando a comportamentos sabotadores.

Pessoas negativas acabam aceitando esse jeitão de ser como algo imutável, como se fosse parte de sua personalidade, e não tomam a iniciativa de olhar para si mesma para tentar compreender o que se passa realmente.

O pessimismo acaba tomando conta de sua vida e, mesmo quando se depara com algo bacana, não o vê como merecido e nem dá valor.

O pessimismo acaba tomando conta de sua vida e, mesmo quando se depara com algo bacana, não o vê como merecido e nem dá valor. Acaba desmerecendo seu trabalho, suas ações, suas idéias, chegando até a comentar com o outro que seu trabalho é ruim. Existe uma tendência à generalização e essas pessoas acabam se culpando por tudo o que acontece de errado.

Sempre esperam que algo ruim ou desagradável aconteça, o que acaba afastando as pessoas do seu convívio, pois os outros se cansam de conviver com ela. É como se nada fosse o suficiente. Nada agrada. Não satisfaz.

É fundamental que se possa reavaliar o processo de desenvolvimento dessas pessoas, pois cada um interpreta de forma diferente as situações de vida. Aqueles que processam os eventos de forma positiva, em geral, têm uma autoestima elevada. Já aqueles que encaram tudo com negatividade, acabam se desqualificando e diminuindo suas conquistas.

É fundamental que se possa reavaliar o processo de desenvolvimento dessas pessoas, pois cada um interpreta de forma diferente as situações de vida.

O otimista tende a ver os acontecimentos como oportunidades de crescimento, avaliando os erros e acertos, o que possibilita um autoconceito positivo. Mesmo errando eles seguem em frente, diferente do pessimista que vê os obstáculos como intransponíveis.

Quando cultivamos idéias positivas, desenvolvemos emoções agradáveis e motivadoras. Isso atrai pessoas que se deliciam com seu bom humor e capacidade de reverter as situações ruins em boas.

Devemos escolher nossos pensamentos e emoções, aprendendo a filtrar e a se comportar de forma otimista, o que facilitará a sensação de motivação, a luta por ideais e o cultivo da alegria.

Tudo se transforma quando assumimos que podemos mudar o que acontece dentro de nós, podendo abrir para o novo, permitindo-nos olhar para as coisas com mais flexibilidade. Ao experimentar novos pensamentos sobre si mesmo, abrem-se novas possibilidades para buscar a felicidade ou mesmo para encarar as dificuldades com jogo de cintura, bom humor e alegria.

Desenvolver pensamentos saudáveis é um excelente caminho nesse processo, um exercício contra pensamentos intrusos que só trazem malefícios à mente. Todas as vezes que perceber que suas respostas estão carregadas de críticas ou de negatividade experimente mudar o curso do pensamento, substituindo-as por ideias positivas, lembrando de situações agradáveis e felizes.

Na vida tudo é aprendizagem e precisamos estar abertos ao novo, recriando conceitos, pois tudo é possível, quando se permite mudar.

Luciana Kotoka, psicóloga e psicoterapeuta.

Fonte: http://msn.minhavida.com.br/conteudo/14145-negatividade-pode-levar-a-comportamentos-sabotadores.htm

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Consumo de café pode reduzir o risco de câncer de pele, diz pesquisa


Novas pesquisas apresentadas pela Associação Americana para Pesquisa do Câncer sugere que o consumo diário de café pode ajudar a reduzir o risco de câncer de pele. Na pesquisa, mulheres que bebiam mais de três xícaras de cafeína diária tinham uma redução de 20% no risco, enquanto os homens viram uma redução de 9%, em comparação com pessoas que tinham tomado menos de uma xícara por mês. A informação foi publicada no Huffington Post desta segunda-feira (24).

Os pesquisadores também testaram uma possível conexão entre o consumo de café e a diminuição do risco de melanoma e risco de carcinoma de células escamosas - dois outros tipos de câncer de pele - mas não chegou a nenhuma resultado. "Embora não possamos concluir em nosso estudo que a associação inversa entre café e carcinoma seja causal, é consistente a associação entre o café e os riscos de câncer", disse o pesquisador Fengju Song, Ph.D., do Hospital Brigham and Women e Harvard Medical School.

Os pesquisadores não têm certeza do que, exatamente, está por trás da aparente ligação entre o café e a diminuição do risco de câncer, nem entendem exatamente por que isso parece ter um impacto apenas em um tipo de um câncer de pele.

"Isso sugere que há algo na cafeína que pode ter um efeito específico sobre o desenvolvimento da doença", disse o Dr. Robert S. Kirsner, vice-presidente da dermatologia e cirurgia cutânea da Universidade de Miami Miller.

Em um comunicado, Song compartilhou sua crença de que as descobertas podem eventualmente ter impacto na saúde pública, dado o elevado número de carcinomas basocelulares, tanto nos Estados Unidos como no exterior. De acordo com a Fundação do Câncer de Pele, a grande maioria dos cânceres de pele são carcinomas de células basais, e afetam mais de dois milhões de americanos a cada ano.

Mas isso significa que as pessoas que não consomem café deveriam ter o hábito? Absolutamente não, dizem os especialistas, alertando que a pesquisa é muito preliminar.


Fonte: http://saude.terra.com.br/noticias/0,,OI5433036-EI16560,00-Consumo+de+cafe+pode+reduzir+o+risco+de+cancer+de+pele+diz+pesquisa.html

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O que o Pilates pode fazer por nós


Joseph Hubertus Pilates ( inventor do método), nasceu na Alemanha em 1880, e foi uma criança doente que sofria de asma, raquitismo e febre reumática e foi sua determinação em se tornar fisicamente mais forte que o levou a estudar várias formas diferentes de movimentos durante toda sua vida, movimentos esses que se basearam em fortalecimento muscular associados a alongamento, por isso ele já dizia na época: “se um indivíduo tem 20 anos e está encurtado, é um velho. Porém se tem 60 anos e tem flexibilidade e força é um jovem.
Atualmente, no Brasil, o método Pilates está muito voltado para a questão estética, pois o método promete corpos e curvas mais arredondadas, mas não podemos esquecer que ele também é importante para quem tem problemas de saúde e necessidade de uma qualidade de vida melhor.
ENTÃO, AFINAL O QUE É O PILATES?
Pilates são exercícios desenvolvidos para melhorar a flexibilidade, ganhar força muscular sem hipertrofia (aumento de volume muscular comumente observado em praticantes de academia) com enfoque postural.
Todos os exercícios focalizam a postura e a contração abdominal, independentemente se o exercício está sendo realizado para braço ou perna, pois o que o Pilates visa como objetivo são exercícios globais, onde ao mesmo tempo em que se fortalece, se alonga, sem esquecer a contração abdominal, por isso é de fundamental importância a presença de um instrutor com formação adequada para a prática, pois é ele quem analisa durante a execução do movimento se ele está sendo realizado de maneira correta e se é necessário que se faça algum ajuste para que o exercício seja realizado de melhor forma.
Outra particularidade do Pilates são as turmas individualizadas, certifique-se de que o estúdio escolhido ofereça turmas pequenas em geral de até 3 alunos, isso propicia uma maior qualidade de atendimento por parte do instrutor, e uma garantia de execução correta por parte do aluno.
Veja o significado de algumas patologias e os benefícios que o Pilates oferece para quem já tem alguma delas instaladas:
Osteoporose:  perda da densidade óssea que ocorre com a idade e pode provocar fraturas, por eventuais quedas pela falta de equilíbrio que também acomete idosos, em sua maioria. O Pilates vem oferecer exercícios sem impacto com contração muscular efetiva e melhora do equilíbrio.
Artrose: desgaste que naturalmente ocorre nas articulações , resultando em diminuição do espaço articular, bicos de papagaio, provocando dores principalmente nas primeiras horas da manhã, quando as articulações ainda estão frias. Neste caso, o método atua de forma a minimizar as dores através do alongamento, fortalecimento, lubrificando melhor a articulação, diminuindo as dores.
Hérnia de disco: causada principalmente por má postura, alongamento deficiente e falta de força abdominal, gerando dores nas costas, que podem irradiar para as pernas. Com o Pilates todos os exercícios vão atuar de forma global para alongamento, fortalecimento abdominal (e geral) e melhoram a mobilidade da coluna, acabando com as dores.
Dicas importantes: 
> Para a prática do Pilates não é necessário nenhum tipo de roupa especial, apenas roupas de ginástica. Os pés devem estar descalços ou com meias comuns, pois o ambiente comumente é climatizado e o aluno passa a maior parte da aula em pé ou deitado em cima dos aparelhos.
> Nunca deixe de comunicar ao seu instrutor o motivo pelo qual o levou a procurar o método (se por dores ou por estética).
> Antes de começar a prática do Pilates, o aluno deve ser avaliado, com fotos e anotações dos desequilíbrios apresentados e também através de seus exames médicos levando o instrutor a ter conhecimento das possíveis doenças, e assim atue de maneira a melhorar sinais e sintomas.
Fonte: http://www.abcdasaude.com.br

terça-feira, 18 de outubro de 2011

O risco do consumo excessivo do açúcar

O grande problema dos alimentos adocicados é que geralmente acabam por estimular a ingestão de grandes volumes de alimentos. Isso não seria problema se as pessoas conseguissem ingerir um bombom, uma bola de sorvete ou um pedaço de pudim. Geralmente, elas comem muito mais que isso, sempre estimuladas pelo grande prazer que causam esses alimentos. Nunca é a fome o estímulo para ingerir doces e sim a atração e o fascínio pelo prazer adocicado.
Nos últimos quinze anos, o tamanho das porções dos alimentos aumentou assustadoramente. Servem-se copos que cabem litros  de refrigerantes, baldes de sorvetes e promoções combinadas que, individualizadas, sairiam mais caras, induzindo ao maior consumo. Com as grandes porções desses alimentos, compramos mais calorias por unidade de moeda de qualquer país e acabamos, erroneamente, por achar isso vantajoso. Compramos muito mais do que comeríamos e comemos muito mais do que deveríamos.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que o açúcar de adição não ultrapasse 10% das calorias de uma refeição. Apesar disso, nos Estados Unidos, as crianças consomem o dobro dessas recomendações. Os refrigerantes são os maiores contribuintes individuais dessa ingestão.   O açúcar, incorporado na maioria dos alimentos industrializados, leva a um consumo expressivamente alto desse ingrediente, causando um aumento das calorias das dietas, com um poder de saciedade muito pequeno. O resultado dessa equação é sempre muito amargo e um dos responsáveis pela epidemia de obesidade e diabetes em todo o mundo, principalmente entre crianças e adolescentes.
Fonte: http://comersemculpa.blog.uol.com.br/arch2011-10-16_2011-10-31.html#2011_10-17_08_47_55-142670378-0

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

OFURÔ: os benefícios dos banhos de imersão





1.- O que é o ofurô?

Ofurô ("banheira" em japonês) é um tipo de banheira japonesa feita de cedro-rosa, adequadapara banhos de imersão. Fazem parte da tradição familiar nipônica e, nos últimos anos, vem ganhando a preferência de muito brasileiros.

2.- Quais os benefíicios dos banhos de imersão no ofurô para a saúde?

Milenarmente conhecidos, os benifícios são os seguintes:* Produz relaxamento físico e mental, aliviando os estresses da vida diária;* Contribui para o reequilibrio hormonal (devido ao estímulo glandular causado pela água aquecida);* Favorece a desintoxicação muscular;* Alivia as dores musculares.

3.- Como os banhos atuam no organismo humano?

A pessoa entra na banheira de madeira, lá permanecendo por aproximadamente 25 minutos. Esta imersão provoca uma vasodilatação, aumentando o fluxo sanguíneo, melhorando a oxigenação celular e o relaxamento do corpo.

4.- O Ofurô é higiênico?

Obviamente. E a sua utilização pelos mais renomados SPAS do mundo, é uma prova indiscutível deste fato. Oobjetivo dos banhos no Ofurô não é lavar o corpo. Aliás, quem entra num ofurô deve lavar-se e enxaguar-se previamente. Suaconfecção em madeira de lei (no Brasil, cedro-rosa) é uma garantia adicional de higiene. E o mais importante:o cuidado que a equipe que manipula o ofurô tem com o equipamento é a mesma que, por exemplo, os odontólogos e médicos cirugiões têmcom seus instrumentos: o da excelência na acepcia!!!

5.- Quais os tipos de banhos oferecidos pela Casa do Corpo?

A Casa do Corpo opta por banhos aromáticos, nos seguintes estilos: relaxante, equilibrador, sensual, estimulante, antiestresse, desintoxicante,TPM, rejuvenescedor, chocolate e vinho.

www.casadocorpo-se.com.br